CORRECAO ATIVIDADES DE PORTUGUES 11 de maio 7 B-C Maria Cristina



CORRECAO  ATIVIDADES DE PORTUGUES 11 de maio 7 B-C Maria Cristina
TEXTO I
“RIO – Com dois gols de um iluminado Robinho, que entrou na segunda etapa, o Real Madrid derrotou o Recreativo por 3 a 2, fora de casa, em partida da 26ª rodada do Campeonato Espanhol. Raúl fez o outro gol do time de Madri, com Cáceres e Martins marcando para os anfitriões. O Real vinha de duas derrotas consecutivas na competição, justamente as partidas em que o craque brasileiro, machucado, esteve fora.”
1) Qual é o interlocutor preferencial e as informações que permitem você identificar o interlocutor preferencial do texto?
1. Leitores que gostem de futebol.
A linguagem peculiar desse tipo de texto: partida, fora de casa, campeonato, rodada etc.Além dos nomes de times e o conhecimento sobre a estrutura de um campeonato
02 – Leia o texto abaixo:
GABARITO ATIVIDADES DE PORTUGUES 11 de maio 7 B-C Maria Cristina
TEXTO I
“RIO – Com dois gols de um iluminado Robinho, que entrou na segunda etapa, o Real Madrid derrotou o Recreativo por 3 a 2, fora de casa, em partida da 26ª rodada do Campeonato Espanhol. Raúl fez o outro gol do time de Madri, com Cáceres e Martins marcando para os anfitriões. O Real vinha de duas derrotas consecutivas na competição, justamente as partidas em que o craque brasileiro, machucado, esteve fora.”
1) Qual é o interlocutor preferencial e as informações que permitem você identificar o interlocutor preferencial do texto?
1. Leitores que gostem de futebol.
A linguagem peculiar desse tipo de texto: partida, fora de casa, campeonato, rodada etc.Além dos nomes de times e o conhecimento sobre a estrutura de um campeonato
02 – Leia o texto abaixo:

No último quadrinho, o que a Mônica não entendeu?
a)   Onde foi que seu pedaço de pizza caiu.
b)   O que aconteceu com seu pedaço de pizza.
c)   Como a Magali consegue ser tão magrinha.
d)   Por que a Magali come muito e não engorda.


                                               TEXTO III

                                                           A outra noite
Outro dia fui a São Paulo e resolvi voltar à noite, uma noite de vento sul e chuva, tanto lá como aqui. Quando vinha para casa de táxi, encontrei um amigo e o trouxe até Copacabana; e contei a ele que lá em cima, além das nuvens, estava um luar lindo, deLua cheia; e que as nuvens feias que cobriam a cidade eram, vistas de cima, enluaradas, colchões de sonho, alvas, uma paisagem irreal.
Depois que o meu amigo desceu do carro, o chofer aproveitou um sinal fechado para voltar-se para mim:
– O senhor vai desculpar, eu estava aqui a ouvir sua conversa. Mas, tem mesmo luar lá em cima?
Confirmei: sim, acima da nossa noite preta e enlamaçada e torpe havia uma outra - pura, perfeita e linda.
– Mas, que coisa. . .
Ele chegou a pôr a cabeça fora do carro para olhar o céu fechado de chuva. Depois continuou guiando mais lentamente. Não sei se sonhava em ser aviador ou pensava em outra coisa.
– Ora, sim senhor. . .
E, quando saltei e paguei a corrida, ele me disse um "boa noite" e um "muito obrigado ao senhor" tão sinceros, tão veementes, como se eu lhe tivesse feito um presente de rei.
                                                                                     (BRAGA, Rubem. A outra noite. In: PARA gostar de ler: crônicas. São Paulo: Ática, 1979.

3. A outra noite, a que o título se refere, seria a vista somente pelo narrador ou aquela que o taxista e seu amigo enxergavam?
Vista pelo narrador
4. O que faz com que diferentes personagens vejam  diferente noites?
Cada pessoa tem seu ponto de vista, de acordo com sua visão de mundo
5. Que fato do cotidiano a crônica que você leu explora?
 Uma conversa banal sobre o tempo durante uma corrida de táxi.
6. Nesse texto, o narrador é personagem? Justifique sua resposta copiando um trecho do texto.
Sim. É personagem, indicado pelo uso da 1ª pessoa:
      “Outro dia fui a São Paulo...”  “... meu amigo.”“E, quando saltei...”
FIQUE ATENTO!
7) A afirmação: “Essas são palavras de um renomado cientista americano,” quer dizer que o cientista é:
(A) inimigo.
(B) velho.
(C) estranho.
(D) famoso.
(E) desconhecido.
No último quadrinho, o que a Mônica não entendeu?
a)   Onde foi que seu pedaço de pizza caiu.
b)   O que aconteceu com seu pedaço de pizza.
c)   Como a Magali consegue ser tão magrinha.
d)   Por que a Magali come muito e não engorda.


                                               TEXTO III

                                                           A outra noite
Outro dia fui a São Paulo e resolvi voltar à noite, uma noite de vento sul e chuva, tanto lá como aqui. Quando vinha para casa de táxi, encontrei um amigo e o trouxe até Copacabana; e contei a ele que lá em cima, além das nuvens, estava um luar lindo, deLua cheia; e que as nuvens feias que cobriam a cidade eram, vistas de cima, enluaradas, colchões de sonho, alvas, uma paisagem irreal.
Depois que o meu amigo desceu do carro, o chofer aproveitou um sinal fechado para voltar-se para mim:
– O senhor vai desculpar, eu estava aqui a ouvir sua conversa. Mas, tem mesmo luar lá em cima?
Confirmei: sim, acima da nossa noite preta e enlamaçada e torpe havia uma outra - pura, perfeita e linda.
– Mas, que coisa. . .
Ele chegou a pôr a cabeça fora do carro para olhar o céu fechado de chuva. Depois continuou guiando mais lentamente. Não sei se sonhava em ser aviador ou pensava em outra coisa.
– Ora, sim senhor. . .
E, quando saltei e paguei a corrida, ele me disse um "boa noite" e um "muito obrigado ao senhor" tão sinceros, tão veementes, como se eu lhe tivesse feito um presente de rei.
                                                                                     (BRAGA, Rubem. A outra noite. In: PARA gostar de ler: crônicas. São Paulo: Ática, 1979.

3. A outra noite, a que o título se refere, seria a vista somente pelo narrador ou aquela que o taxista e seu amigo enxergavam?
Vista pelo narrador
4. O que faz com que diferentes personagens vejam  diferente noites?
Cada pessoa tem seu ponto de vista, de acordo com sua visão de mundo
5. Que fato do cotidiano a crônica que você leu explora?
 Uma conversa banal sobre o tempo durante uma corrida de táxi.
6. Nesse texto, o narrador é personagem? Justifique sua resposta copiando um trecho do texto.
Sim. É personagem, indicado pelo uso da 1ª pessoa:
      “Outro dia fui a São Paulo...”  “... meu amigo.”“E, quando saltei...”
FIQUE ATENTO!
7) A afirmação: “Essas são palavras de um renomado cientista americano,” quer dizer que o cientista é:
(A) inimigo.
(B) velho.
(C) estranho.
(D) famoso.
(E) desconhecido.

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