CORRECAO DE PORTUGUES 13 DE MAIO 8 C -Maria Cristina


ESCOLA ESTADUAL PROFESSOR MARCILON DORNELES
                                  PROFESSOR (a): Maria Cristina               Data: 13 de Maio 2020
                GABARITO 8 ano-C


Leia o texto abaixo:




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     A diferença entre a vaidade e o orgulho consiste em
que este é uma convicção bem firme de nossa superiorida-
de em todas as coisas; a vaidade, pelo contrário, é o desejo
que temos de despertar nos outros esta persuasão, com a
esperança secreta de chegar por fim a convencer a nós
mesmos.
      O orgulho tem, pois, origem numa convicção interior e,
portanto, direta; a vaidade é a tendência de adquirir a
auto-estima do exterior e, portanto, indiretamente. A vaidade
é faladora, o orgulho silencioso. Mas o homem vaidoso
deveria saber que a alta opinião dos outros, alvo de seus
esforços, se obtém mais facilmente por um silêncio
contínuo do que pela palavra, mesmo quando há para dizer
as coisas mais lindas. Não é orgulhoso quem quer;
pode-se, no máximo, simular o orgulho, mas, como todo
papel de convenção, não logrará ser sustentado até o fim.
Porque é apenas a convicção profunda, firme, inabalável
que se tem de possuir méritos superiores e valor excepcional
que dá o verdadeiro orgulho. Esta convicção pode até ser
errônea, ou fundada apenas em vantagens exteriores e de
convenção, mas, se é real e sincera, em nada prejudica o
orgulho. Pois o orgulho tem raízes na nossa convicção e
não depende, assim como sucede com qualquer outro
conhecimento, do nosso bel-prazer. O seu pior inimigo,
quero dizer o seu maior obstáculo, é a vaidade, que apenas
leva o indivíduo a solicitar os aplausos alheios para, em
seguida, formar uma opinião elevada de si mesmo; ao
passo que o orgulho supõe uma opinião já firmemente
arraigada em nós. Há quem censure e critique o orgulho;
esses sem dúvida nada possuem de que se orgulhar.


(A. Schopenhauer. Dores do Mundo.
São Paulo: Edições e Publicações Brasil, 1959 - tradução revista).

1)Novo Dicionário Aurélio da Língua Portuguesa (2ª Edição Revista e Ampliada) lista, entre os possíveis significados de orgulho, os seguintes: (i) sentimento de dignidade pessoal; (ii) amor próprio demasiado. Na sua opinião, o autor privilegia algum desses dois sentidos na descrição que faz do orgulho? Justifique sua resposta.
Resposta:
O autor privilegia o sentido (i), "sentimento de dignidade pessoal", na medida em que afirma, repetidas vezes, que o orgulho tem origem em uma convicção interior dos próprios méritos, do próprio valor.
2)Retire do texto um trecho que explicite cada uma das seguintes idéias:
a) Há menos chance de se obter um boa imagem pública com autopromoção do que com discrição.
b) Aquele que finge orgulho é mais cedo ou mais tarde desmascarado.
Resposta:
a.        "Mas o homem vaidoso deveria saber que a alta opinião dos outros, alvo de seus esforços, se obtém mais facilmente por um silêncio contínuo do que pela palavra, mesmo quando há para dizer as coisas mais lindas." (linhas 10-15)
b.        "Não é orgulhoso quem quer; pode-se, no máximo, simular o orgulho, mas, como todo papel de convenção, não logrará ser sustentado até o fim." (linhas 15-17)

3- Leia o trecho abaixo e substitua a expressão em destaque.
 "Pois o orgulho tem raízes na nossa convicção e
não depende, assim como sucede com qualquer outro
conhecimento, do nosso bel-prazer"
Bel-prazer
substantivo masculinoVontade pessoal; desejo próprio; escolha: comprou o carro a bel-prazer.expressãoA seu bel-prazer. De acordo com a sua própria vontade: vivia a seu bel-prazer




Mafalda é criação do cartunista argentino Quino. Menina precoce, serviu como porta-voz de seu criador nos tempos da Ditadura Militar argentina
a) Mafalda emprega o mesmo valor semântico para o vocábulo “indicador” no primeiro e no último quadrinho.
b) Mafalda não sabe a importância do dedo indicador.
c) A expressão “dedo indicador” é utilizada de maneira metafórica pelo autor da tirinha.
d) Mafalda ainda não sabe exatamente o significado da expressão “indicador de desemprego”
e) Apesar de ser uma criança, Mafalda já percebe as injustas relações de trabalho estabeleAlternativa 
“e”. Mafalda, apesar de ser uma criança, já percebe as injustas relações de trabalho entre patrões e operários e faz uma analogia interessante entre o uso do dedo indicador, que metaforicamente é símbolo de autoritarismo, e um elemento da análise da situação econômica de um país, o indicador de desemprego.cidas entre patrões e operários.

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