Atividades do Regime Especial de Aulas Não Presenciais de Língua Portuguesa 8º "A" e "B"
Escola Estadual Professor Marcilon Dorneles
Professora Adeliene A. Silva
Trindade. 30 de abril de 2020

OBS.: Fazer a correção corretamente
  
Correção das atividades do dia 27/04
01. O amor proibido entre uma jovem dama e um saltimbanco.
02.  A proibição do pai da moça, (o primeiro obstáculo); o fato de a torre feita pelo saltimbanco e por seus irmãos não ter alcançado a janela da jovem.
03. A. Com certeza tenho amor/ Marina Colasanti
 B. Narrador observador, porque que não participa do que está acontecendo na trama, apenas relata os fatos desconhecendo do passado e futuro dos personagens. Logo, os verbos utilizados são na 3ª pessoa.
C. Para conseguir ver a moça que estava trancada no quarto mais alto da casa, ele e os irmãos fizeram uma torre humana.
04. A diferença econômica entre eles, sendo que o pai queria que sua filha se casasse com alguém de posses.
05. Pela impossibilidade de ser vivenciado, sendo que o sofrimento era atenuado quando se viam ocasionalmente.
06. Não, pois na atualidade as pessoas têm um nível maior de liberdade, podendo escolher seus relacionamentos
07. Resposta pessoal
08. resposta pessoal

09. B 
Correção das Atividades do dia 29/04
01.Narrador- personagem. Exemplo: “Furtei uma flor” Logo senti que ela não estava feliz.” Notei que ela me agradecia”
02. No senso comum quando se rouba uma flor é para embelezar algum lugar ou para agradar alguém. Já está embutido um sentimento de amor.
03.a.” coloquei- no copo”; “Passeia- a para o vaso.”” notei que ela me agradecia, revelando o melhor da sua composição”
04. C
O5.” ... O porteiro do edifício cochilava e eu furtei a flor...”
06. Pessoal, mas vale como sugestão: o olhar de cada pessoa possui uma perspectiva diferente. Os amantes das cores por exemplo, se deteria nas nuances de cada cor, onde se dilui em alguns pontos e se acentua em outros...
etc.

Introdução
Furtei uma flor daquele jardim. O porteiro do edifício cochilava e eu furtei a flor. Trouxe-a para casa e coloquei-a no copo com água. Logo senti que ela não estava feliz. O copo destina-se a beber, e flor não é para ser bebida
Desenvolvimento
Passei-a para o vaso, e notei que la me agradecia, revelando melhor sua delicada composição. Quantas novidades há numa flor, se a contemplarmos bem. 
Sendo autor do furto, eu assumira a obrigação de conservá-la. Renovei a água do vaso, mas a flor empalidecia. Temi por sua vida. Não adiantava restituí-la ao jardim. Nem apelar para o médico de flores. Eu a furtara, eu a via morrer. 
Conclusão
Já murcha, e com a cor particular da morte, peguei-a docemente e fui depositá-la no jardim onde desabrochara. O porteiro estava atento e repreendeu-me:
-- Que ideia a sua vir jogar lixo de sua casa neste jardim! 
Tempo verbal
Passado e 1ª pessoa
07.






















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